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FBB participa do primeiro Arraial do Mercadão de São Paulo

Neste última final de semana, dias 30 e 31 de julho, a Fundação Britânica de Beneficência participou do primeiro “Arraial do Mercadão”, festa junina do Mercado Municipal de São Paulo. O evento beneficente convidou algumas entidades e ONGs para promover a venda de comidas típicas e brincadeiras juninas. E a Fundação ficou responsável pela venda do “Correio Elegante”.

Durante os dois dias de festa, nossa equipe e alguns idosos participantes de nossos projetos fizeram a entrega de dezenas de cartões personalizados com mensagens de amor e carinho. Além do cartão, os presenteados ganharam também um bombom e uma abordagem toda especial feita pela nossa equipe. Foi muito divertido!

Agradecemos a todos e todas que puderam participar da festa e que vieram até a nossa barraca para colaborar.

Veja abaixo algumas fotos do evento.

Que venham muitas outras festas e outras brincadeiras!

A vida não para aos 60

 

*Reportagem escrita por: Heitor Ferreira Silva, Julia Santos Silva, Karoline Guimarães e Letícia Ramos Siqueira.

A vida não para aos 60

A passagem para a terceira idade pode ser um desafio para alguns, mas não precisa ser enfrentado sozinho.

11% de idosos brasileiros com idades entre 60 a 64 anos foram diagnosticados com depressão, aponta uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A faixa etária detém a maior proporção entre os 11,2 milhões de brasileiros com a doença.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o segundo no ranking de países com indivíduos depressivos do continente americano, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

O abandono como uma das causas

Entre os idosos, os institucionalizados em ILPIs (asilos) ou casas geriátricas são os mais suscetíveis à doença, devido às mudanças drásticas em suas vidas, adaptação às novas regras e horários, afastamento de parentes e conhecidos.

Não precisa enfrentar sozinho

A Fundação Britânica de Beneficência é uma das ONGs que realizam projetos que combatem a depressão na terceira idade. Para Ricardo Rosado (31), Coordenador de Desenvolvimento Institucional da entidade, a solidão pode acarretar problemas na saúde mental entre as pessoas dessa faixa etária. “A solidão é algo que debilita muito a saúde do idoso com o passar do tempo, nós os admitimos aqui para ter atividades de graça, porque entendemos que é muito benéfico nessa idade e eles chegam, fazem amigos, começam a participar dos eventos e mentalmente a saúde deles melhora muito por sair da situação de isolamento e solidão”, explica.

Desde a década de 40, a organização ajuda os mais necessitados em aspectos sociais. No passado, Helen Stacey enxergou uma forma de ajudar os ex-combatentes de guerra que queriam se refugiar no Brasil. Dentro de sua casa, no Jardim Europa, Helen os abrigava e cada pessoa morava em um quarto. Com o passar do tempo, as pessoas envelheceram e naturalmente a ONG passou a se dedicar-se à causa do idoso.

Durante vários anos a Fundação passou por diversas ações. Atualmente, existe o Centro de Convivência para o Idoso, que passou a ser um lugar para atividades ao longo do dia, sendo elas, teatro, aulas de inglês, yoga e a principal delas, a dança, que foi desenvolvida pelas voluntárias Victoria de Paula (23), produtora de eventos, e Taiane Almeida (27), professora de dança.

Elas perceberam que não existem muitos projetos voltados aos idosos, então tiveram a ideia de criar uma atividade que pudesse ajudar esse grupo. “Resolvemos juntar nossos trabalhos para fazer um projeto específico para terceira idade, porque a gente sente que é um grupo que tem uma carência muito grande de projetos que falem diretamente com eles, são escassos os locais na sociedade que essas pessoas podem frequentar e que os tirem dessa ideia de que idosos tem que fazer crochê, ficar em casa com o netos e tal”, relata Victoria.

Depressão em idosos e os riscos da doença nessa fase da vida

Com o avançar da idade, as dificuldades podem se acumular ou se apresentar a intervalos curtos de tempo, de acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a depressão atinge nos Estados Unidos, até 5% dos idosos que vivem em comunidade. Os números dobram se tratando daqueles internados em hospitais (11,5%) e dos doentes em homecare (13,5%).

O envelhecimento progressivo da população é um fator importante a ser considerado, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a proporção de pessoas acima de 60 anos vai quase duplicar até o ano de 2050, passando de 12% para 22% do total (de 900 milhões para 2 bilhões de indivíduos).

A depressão é uma das doenças mentais que mais atinge as pessoas da terceira idade, segundo Fabio Armentano, coordenador da equipe de psicogeriatria do AME. Segundo a psiquiatra Dra. Jandira Mansur, em entrevista ao site da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, o predomínio da doença e como ela se manifesta pode variar de acordo com a situação do idoso.

“Para aqueles que vivem com a família e estão inseridos na comunidade, a prevalência de sintomas depressivos gira em torno de 15% da população idosa”, explica

“Esse número pode dobrar quando nos deparamos com idosos institucionalizados, que estão em casas de repouso ou asilos. Em pacientes hospitalizados por problemas de saúde, a prevalência chega a quase 50%”, continua Armetano.

O especialista divide as pessoas que têm depressão na terceira idade em dois grupos.

  • Aqueles que nunca tiveram depressão e passam a ter.
  • Aqueles que já vêm de um quadro de depressão ao longo da vida.

No primeiro caso, o componente hereditário é menor, a doença fica muito mais relacionada a dificuldades trazidas pelo envelhecimento em si, tais como problemas cognitivos, perda de papel social e limitações trazidas por doenças físicas. O segundo grupo envolve pacientes com histórico que remete a quadros depressivos prévios, tratados ou não, e que podem apresentar características de cronificação.

Apatia e negativismo

O psiquiatra gerontólogo Eduardo Nogueira, em entrevista ao Correio Braziliense, diz que a tristeza nem sempre está presente nos idosos deprimidos, há outras características que merecem atenção, como apatia, redução de contato social e negativismo. “Em situações assim, não é incomum ocorrer a depressão sem tristeza, que é menos perceptível para paciente, familiares e profissionais. Ou seja, atenção àqueles idosos que ficam muito quietos”, ensina

A doença não tem uma causa específica, podendo ser desencadeada por uma mistura de fatores psicológicos e sociais. Além dessas razões, a depressão em idosos pode se desencadear a partir de uma série de problemas relacionas à terceira idade, como o afastamento da família, a perda do papel social com a aposentadoria e o falecimento do cônjuge.

Esse foi o caso da aposentada Heloisa Carvalho de Abreu, 79 anos. Sendo uma pessoa muito alegre e divertida, conta sobre a história de suas grandes perdas e seu diagnóstico com a doença.

“Perdi meu marido, meu irmão e minha mãe, um atrás do outro. Foi muito forte. Meu marido e minha mãe eram muito importantes para mim. Eu não percebia, mas meu filho falou que depois que minha mãe morreu, eu fiquei diferente. Depois foi meu irmão que caiu em casa e morreu. Por fim meu marido, que tinha uma doença séria no coração, tinha mal de Parkinson e problemas pulmonares. Era uma luta terrível. Meu filho dizia que eu já não era mais a mesma. Passei em consultórios e me diagnosticaram com depressão”, relata.

Outro exemplo é a aposentada dona de casa, Cleide Terra Ultramari, 72 anos, que viu sua vida mudar após descobrir sobre a doença de sua mãe e passar a cuidar dela por 2 anos seguidos até sua morte. “Fiquei dois anos com a minha mãe direto, ela teve Alzheimer, eu estava cuidando dela pois já não andava mais. Meu marido também me ajudava. Depois ela faleceu e eu não queria mais sair de casa. Meus filhos me chamavam para sair e eu não queria ir, só ficava dentro de casa”, conta a idosa.

Tratamento

Tratar a depressão do idoso também é diferente, segundo o psiquiatra Carlos Galduróz para o Correio Braziliense, ele exige mais cuidados do que um adolescente ou um adulto. É preciso saber com detalhes como estão órgãos como fígado e rim. Isso porque eles podem ser afetados pelos antidepressivos. “Tem que tomar cuidado com a dose, porque o metabolismo do idoso é mais lento e essas drogas são metabolizadas no fígado. Se a gente der uma dose excessiva, esse remédio vai ficar muito tempo circulando, o que não é bom”, informa Galduróz

As condições do cérebro também influenciam o tratamento. “O cérebro do idoso está numa fase degenerativa. O número de neurônios vai diminuindo com o passar dos anos. Interfere até no prognóstico e talvez a pessoa com bastante idade não consiga ficar sem o remédio, por falta de neurônios”, completa o psiquiatra.

Prevenção

A pesquisa feita pela Organização Australiana “Beyond Blue” (Treatments for Depression) revela que alguns hábitos simples melhoram a qualidade de vida do idoso e pode ajudar a prevenir a depressão, tais como:

  • Dormir bem: quanto melhor a noite de sono, menos propenso é a chance de desenvolver a doença.
  • Exercitar-se: 30 minutos de exercícios físicos moderados aumentas os níveis de substâncias ligadas à sensação de bem-estar.
  • Meditar: a meditação ativa áreas do cérebro ligadas à felicidade, também é uma arma importante contra ansiedade e depressão.
  • Controlar as taxas de açúcar: corpo e mente estão intimamente ligados. Quedas e altas na taxa de açúcar no organismo (hipoglicemia e hiperglicemia) têm a capacidade de alterar o humor. Se isso ocorrer repetidamente, pode levar a um quadro agravante da doença.

A dança na terceira idade

Desde 2012 a população brasileira acima de 60 anos vem crescendo. Hoje, o número de idosos no país supera a marca de 30 milhões, segundo o PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgada pelo IBGE.

Percebendo a carência de projetos para os idosos, Victoria e Taiane desenvolveram uma ação que pudesse ajudar tanto na parte motora e mental. Estudos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), relacionando dança e idosos comprovam que a atividade contribui para a saúde física e mental, especialmente no desenvolvimento da força, agilidade, flexibilidade, do ritmo e equilíbrio. Exercícios físicos, quando realizados regularmente, retardam as doenças que podem acometer pessoas nessa idade.

Para Heloisa, as atividades oferecidas na ONG a ajudaram a superar grandes traumas. “Uma pessoa que eu conheci me indicou esse Centro que é uma coisa maravilhosa. Tenho muitas atividades como pilates e dança. Meu filho me disse para não ficar em casa, para eu ir para rua, fazer exercícios. Ele quer me ver na rua, não em casa (risos). Isso aqui é uma benção de Deus na minha vida”, conta a aposentada.

A prática da dança ajuda a manter o cérebro em plena atividade, pois eleva a circulação cerebral em áreas adormecidas. Os estímulos desta atividade aumentam as conexões neuronais, o que proporciona ao idoso maiores habilidades no aprendizado, raciocínio e na memória. Esses exercícios reduzem o estresse e a ansiedade, elevam a autoestima e afastam os sintomas da depressão.

Sabendo desses benefícios, Victoria e Taiane ensinam diversos ritmos na Fundação. Em suas aulas, não são professoras “ditadoras de regras”, pois o intuito é estimular essas pessoas. “Nós não somos exigentes com as coisas, sempre estamos fazendo piadas. Eles se divertem, dão risada, porque eles já são pessoas que estão aqui procurando distrações para a cabeça, então não faz sentido nenhum elas chegarem aqui e encararem professores que exigem demais. A maioria está com depressão, ou teve uma grande perda na família”, declara Victoria.

O papel do Estado nesta causa

O texto da Constituição Federal de 1988 confere um modelo de seguridade social a todos os cidadãos. A assistência social é entendida como direito e não filantropia, portanto, é dever do Estado assegurá-la. Em 1993, a promulgação da Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), reconheceu como política pública a oferta de proteção social independente de qualquer contribuição prévia à população socialmente vulnerável. E desde então, com o surgimento da lei 10.741 de 2003, o Estatuto do Idoso, passou a ser também um dever de toda a sociedade brasileira.

Em uma das perguntas, Heloisa respondeu não ver participação ativa do Governo na causa em questão. “Totalmente omisso”, afirmou ela.

Nota-se, portanto, que não basta a simples existência de normas jurídicas, é necessário que haja uma agenda estratégica bem definida no campo de política pública. A descentralização dessa responsabilidade permite que municípios e estados trabalhem juntamente com o Poder Público para incrementação de políticas que visem assistência e “empoderamento” do idoso.

A vida continua

Para que o envelhecimento seja uma experiência positiva, uma vida mais longa deve ser acompanhada de oportunidades contínuas de saúde, participação e segurança. De acordo com a estimativa de vida calculada pelo IBGE, quem nascer domingo (03/11) deverá viver, em média, pelo menos até os 74 anos. Essa realidade serve para formar um novo perfil da população brasileira.

Outra consequência desse avanço é a melhora da qualidade e longevidade da vida dos idosos, que passaram a ser cada vez mais ativos e movimentadores da economia. Segundo os dados divulgados em 2015 pelo IBGE, 27% da população idosa brasileira (acima dos 60) trabalhava em 2012.

Também de acordo com os dados do IBGE, a partir da década de 2030, o Brasil terá mais idosos do que crianças e adolescentes até 14 anos.

Sabendo disso, a FBB tem como exemplo Joana Barbosa de Lima, aposentada de 63 anos que diz em depoimento que sua vida nunca parou mesmo com a mudança para a terceira idade. “Minha vida sempre foi boa, não tenho nada do que reclamar. Não tenho nenhuma doença, graças a Deus. Viajo, passeio, fico em casa se tiver vontade, também se não tiver, eu saio. Trabalhei em banco. Sou aposentada já”, comenta.

Uma ação que ajuda

Querendo fazer seus beneficiários refletirem sobre a causa que eles estão ingressados, a ONG pensou em uma ação que pudesse uni-los. Trata-se da peça de teatro que aborda a passagem da terceira idade e o que eles sentiram ao entrar nesse grupo, dando para cada integrante um personagem/papel que os incentivam a desenvolverem pensamento crítico sobre o assunto, trazendo mais autonomia, criatividade e sentido de vida para os idosos.

O intuito da Fundação Britânica de Beneficência é mostrar para os idosos que a vida não para aos 60 anos. A ONG traz atividades que até mesmo as pessoas mais novas fazem, como a dança, teatro e aulas de inglês. Isso demonstra que os mais velhos também têm a capacidade de fazer tudo o que um jovem faz mesmo tendo suas limitações da idade.

Diário de Bordo

Sobre a ONG (Grupo)

Conhecemos a ONG, Fundação Britânica de Beneficência e ficamos encantados com a metodologia de trabalho proposto por voluntários e representantes com os idosos.

Durante as entrevistas conhecemos 4 mulheres que frequentam a ONG e participam das atividades neste local, Cleide, 72 anos; Heloisa, 80; Joana, 63 e Suzanne, 72. Foi simplesmente emocionante e inspirador o bate-papo com elas, jamais tínhamos a dimensão de quanto fazia bem a essas mulheres o trabalho fornecido pela Instituição. Atividades como aulas de inglês, teatro, informática, dança, yoga e ginástica. Elas contam com imensa alegria que participam de quase todas, e que essas atividades contribuem e muito para a saúde delas.

A FBB faz um trabalho maravilhoso para o desenvolvimento social do idoso. Muitos poderiam estar em suas casas, sentados o dia inteiro no sofá, tricotando, fazendo somente atividades domésticas, mas, o incentivo de continuar aprendendo os motivam cada dia mais a desenvolver atividades que contribuem e muito para continuar a vida e ser feliz.

Aprendizados

Julia

A FBB mudou meu conceito sobre as ONGs que abordam sobre a causa do Idoso, sempre tive o pensamento que Organizações que mexem com os mais velhos tinham atividades que não fugiam do padrão, como crochê, bingo, baralho e etc. Tendo a vivência com esta ONG, percebi que vai muito além disso e mudou completamente meu pensamento.

Sobre a causa da terceira idade, eu não tinha o menor conhecimento sobre o que os afetava diretamente. Com a APS, aprendi sobre assuntos que nunca passariam na minha cabeça, por exemplo, como a depressão pode atingir essa idade. Agora compreendo que a vida vai muito além dos 60 anos.

Letícia

Depois que a gente conheceu essa ONG, percebi que a minha visão sobre a causa do Idoso era limitada, pois achava que os asilos, hoje em dia aprendi que são chamados de ILPIs, apenas cuidavam dos idosos, não imaginava que teria diversas atividades. Os idosos são muito mais ativos e tem atividades que até eu gostaria de participar.

Percebi que os idosos são muito solitários e a ONG os ajuda na melhoria dessa questão também. Depois de entrevistar os idosos, entendi que temos que dar mais valor a eles, escutar suas histórias de vida, porque para nós agregaria bastante e infelizmente estamos deixando isso para trás.

Karoline

Desconstruída é a palavra. O fato de saber que envelhecer pode ser um processo difícil para alguns, e que o sentimento de desamparo está ligado a eles, tanto por parte do Governo quanto por parte de familiares, me tocou profundamente. Mas mesmo assim, todos ali procuram sua autonomia e sua própria maneira de continuar a vida. Fui entrevistá-los e ganhei uma aula de vida. Por cima de muitos medos que cercam a terceira idade, ainda há vontade de viver dentro deles, e isso é inspirador.

O trabalho da FBB e de todos os envolvidos é incrível. Eles olham para aqueles que tantos nos ensinaram e que hoje são deixados de lado. Eu me sinto muito mais motivada em voltar meu olhar para essa causa que faz toda a diferença na vida de tanta gente.

Heitor

Sempre me perguntei como seria a minha vida ao chegar aos 60 anos de idade. Eu, sendo jovem, sempre observei a sociedade anciã de passos lentos e cabelos brancos, como uma sociedade que iria encontrar inúmeras dificuldades para desenvolver suas capacidades de mobilidade e raciocínio em relação a uma pessoa que possui entre 18 e 30 anos de idade. Achei que com a chegada dessa idade, as dificuldades seriam as piores possíveis para viver.

Nesta APS, focamos nessa sociedade denominada para muitos “A melhor Idade”. Estava muito curioso para conhecer um pouco sobre a rotina deles, como eles conviviam entre si e desenvolviam sua mente.

A Fundação Britânica de Beneficência ao Idoso faz um trabalho maravilhoso para o desenvolvimento social do idoso. O incentivo de continuar aprendendo os motivam cada dia mais a desenvolver atividades que contribuem e muito para continuar a vida e ser feliz.

Saúde Concierge otimizará gestão de saúde da FBB

 

A Saúde Concierge, empresa que atua como parceira estratégica de operadoras, planos de saúde e RHs para a gestão e uso consciente dos recursos de saúde, fechou parceria com a Fundação Britânica de Beneficência. Por meio de tecnologia e acompanhamento profissional, a healthtech vai monitorar os beneficiários da FBB, garantindo atenção primária e melhor aproveitamento de recursos

“O objetivo de trabalho da Saúde Concierge será a gestão de saúde desses idosos, disponibilizando uma equipe de profissionais de saúde atuando de forma humanizada e customizada, contemplando hábitos de seus beneficiários. O respaldo médico e de gestão vai dar maior liberdade para a Fundação trabalhar no cuidado social do idoso, que também resultará em uma melhor qualidade de vida para o assistido”, diz Tatiana Giatti, diretora-executiva da Saúde Concierge.

A gestão de saúde na FBB

A Fundação já tem parceria estabelecida com a Associação Samaritano, para exames e consultas no Hospital de mesmo nome. Já o trabalho da Saúde Concierge estará concentrado na atenção primária. A partir de seu sistema integrado, a healthtech receberá informações sobre o paciente em tempo real, 24 horas por dia. Com o uso de Big Data, Inteligência Artificial e uma equipe multidisciplinar, a empresa definirá junto à Fundação as principais metas de melhoria dos pacientes.

“A parceria com a Saúde Concierge começa no Programa Cuidar, que contempla 45 beneficiários e envolve o acompanhamento e transporte para consultas e tratamentos médicos. Queremos melhorar a gestão de saúde desses idosos para que a qualidade de vida deles seja ainda melhor”, explica Ricardo Rosado, coordenador de Desenvolvimento Institucional da Fundação Britânica de Beneficência.

A equipe profissional da Saúde Concierge conta com médicos clínico geral, geriatras, enfermeiros, cardiologistas, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros profissionais da área da saúde que estarão à disposição dos beneficiários da Fundação. O profissional que acompanha o paciente já estará respaldado pelas informações do sistema e pode ser muito mais assertivo em orientar, tirar uma dúvida ou indicar nova conduta. Nos contatos remotos, a equipe de enfermagem coletará as sensações do paciente e checará se ele está seguindo as recomendações de acordo com seu quadro clínico, para garantir continuidade das ações mesmo longe do médico.

“Nossa atuação acontecerá por meio de multicanais e essa gestão e acompanhamento em tempo real do que está sendo realizado garantirá o padrão de qualidade do tratamento. Queremos qualificar de forma técnica o quadro clínico desses beneficiários, montar um histórico de saúde e estabelecer um plano de ação conjunto com a Fundação para melhorar a qualidade de vida, além de otimizar recursos”, explica a diretora executiva da Saúde Concierge, Tatiana Giatti.

Lazer para idosos da Fundação Britânica

 

Nos últimos meses realizamos uma série de atividades de lazer para idosos ligados à Fundação Britânica. Além da comemoração do Aniversário da Rainha, sobre a qual já falamos, levamos os idosos para vários outros eventos: um bingo realizado pelo Grupo Escoteiro Carajás, a exibição do musical A Pequena Sereia no Teatro Santander e uma tarde de chá e bolos, ao maior estilo britânico dos nossos fundadores.

Bingo Carajás

Em 26 de maio, um sábado, o Grupo Escoteiro Carajás organizou uma tarde de bingo na sede do SPYC – São Paulo Yacht Club. Foi uma tarde deliciosa em que o Bingo foi acompanhado pela apresentação de um coral e por uma comida deliciosa!

Nós levamos 47 idosos ligados à Fundação para participar dessa atividade e fomos muito bem recebidos por todos os escoteiros e, também, pelos “Carapais”, o grupo de pais e mães voluntários que auxiliam na administração do grupo.

Fica aqui nosso agradecimento aos Carajás e ao pessoal do SPYC. Foi ótimo poder contar com a ajuda de todos nesse dia de lazer para idosos.

A Pequena Sereia

No dia 13 de junho, uma quarta-feira, levamos 12 idosos para assistir o musical A Pequena Sereia, que ficou em exibição no Teatro Santander até o último final de semana.

Todos os idosos adoraram a peça, curtiram muito as músicas e se emocionaram com o enredo extremamente cativante. Nossa participação só foi possível graças à IMM, produtora do musical e que fez a doação dos ingressos para que pudéssemos proporcionar essa excelente tarde de lazer para nossos idosos!

Fica nosso agradecimento à IMM e ao Lior Berlovich, que tornou essa parceria possível.

Tarde de chá e bolos

Por fim, realizamos uma tarde de chá e bolos na última sexta-feira, dia 28/07. Essa confraternização aconteceu na unidade da Cora Residencial onde nossos idosos beneficiários do Programa Acolher residem.

Além do espaço e dos comes e bebes, que estavam deliciosos, a Cora ainda providenciou uma oficina de Teatro para os idosos, que adoraram a experiência!

Lazer para idosos

Sabemos que proporcionar atividades de lazer é essencial para promover a melhora na qualidade de vida de idosos. Por esse motivo, nos esforçamos para realizar o máximo de ações possíveis. Se você tiver interesse em propor alguma ação, basta entrar em contato com a gente para conversarmos a respeito.

Se quiser saber sobre nossas ações e novidades, é só seguir a página da Fundação Britânica no Facebook. Sempre postamos as novidades e fotos lá!

FBB obtém registro no Conselho Municipal do Idoso

 

No mês de junho a Fundação Britânica de Beneficência obteve seu registro no Grande Conselho Municipal do Idoso (GCMI), órgão vinculado à Secretaria de Direitos Humanos do município de São Paulo. Esse é mais um reconhecimento para nossa atuação de décadas em benefício da causa do idoso.

O Grande Conselho Municipal do Idoso – GCMI

O GCMI, órgão criado em 1992 pela então prefeita Luiza Erundina, “tem como objetivo propor políticas e atividades de proteção e assistência aos idosos no Município, além de receber reivindicações e denúncias, atuando no sentido de resolvê-las. Também busca informar e orientar a população idosa acerca de seus direitos, bem como desenvolver campanhas educativas junto à sociedade.”

Com a regulamentação do Fundo Municipal do Idoso (FMID) que ocorreu no final do ano passado, durante a gestão do então prefeito João Dória, o GCMI ganhou ainda mais relevância, uma vez que se o órgão se tornou responsável por “estabelecer, anualmente, as diretrizes, prioridades e programas para a alocação de recursos do FMID”, bem como por acompanhar as ações desenvolvidas com verbas provenientes do Fundo.

Seguem abaixo as informações de contato do Conselho aos que tiverem interesse:

Grande Conselho Municipal do Idoso de São Paulo

Endereço: Rua Líbero Badaró, 119 – Sé, São Paulo – SP, 01009-000

Telefone: (11) 3113-9635

Site: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/direitos_humanos/participacao_social/conselhos_e_orgaos_colegiados/gcmi/

O Fundo Municipal do Idoso – FMID

Esse Fundo “tem por finalidade proporcionar os meios financeiros para a implantação, manutenção e desenvolvimento de programas e ações dirigidas ao idoso”. Ele se junta e complementa os Fundos Nacional e Estadual do Idoso, que estão em funcionamento há alguns anos e já lançaram alguns editais para financiamento de projetos voltados à causa do idoso, tanto para entes públicos quanto para organizações do Terceiro Setor que atuam nessa área.

Do ponto de vista da cidade, a regulamentação do FMID é um passo importante na busca pelo selo de Município Amigo do Idoso, tendo em vista que se trata de um dos requisitos estabelecidos pelo governo estadual para recebimento do selo, que foi criado “com o objetivo de estimular os municípios e entidades públicas e da sociedade civil a implantarem ações referenciadas pelo Programa São Paulo Amigo do Idoso.”

Do ponto de vista da Fundação Britânica – e de outras organizações do Terceiro Setor que atuam pela causa do idoso em São Paulo – a regulamentação do Fundo é importante porque abre mais uma possibilidade de financiamento de projetos sociais, por meio do uso de seus recursos em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, à qual se vincula o Conselho Municipal do Idoso.

Expectativas da FBB

Ficamos muito felizes com a obtenção desse selo que, como já foi mencionado, é mais um reconhecimento da nossa atuação em benefício da causa do idoso em São Paulo. Além disso, temos a expectativa de poder aproveitar, no futuro, essa nova forma de financiamento para expandir nossos programas sociais ou, quem sabe, até mesmo criar novos projetos.

Esse passo vai depender de uma série de fatores, que em resumo são: lançamento do edital de financiamento por parte do Grande Conselho Municipal do Idoso; adequação dos nossos programas aos objetivos do poder público mencionados no edital; análise do nosso projeto por parte do GCMI; e, claro, aprovação do projeto.

Nesse meio tempo, continuamos nossos esforços normais para arrecadar doações de pessoas físicas e de empresas que queiram nos apoiar e ajudar em nossa expansão. Se você se interessar, basta acessar a página Como ajudar para saber mais e fazer sua doação.

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Voluntariado de alunos do St. Paul’s no Programa Multiplicar

 

Como parte do Programa Multiplicar, buscamos unir organizações parceiras da Fundação Britânica às instituições de longa permanência para idosos (ILPI) públicas que auxiliamos. Assim, podemos ir além do auxílio financeiro e propiciar experiências mais humanas aos parceiros e aos residentes desses lares.

O Programa Multiplicar

Nós da FBB desenvolvemos um programa chamado Multiplicar, pelo qual temos um carinho especial. Nele, apoiamos ILPIs públicas desde 2009, encaminhando recursos financeiros, humanos e materiais para essas entidades que atuam no auxílio e assistência a idosos que estão em situação de extrema vulnerabilidade.

A escolha dessas instituições é feita com uma curadoria criteriosa, garantindo sua seriedade e responsabilidade. Também fazemos um acompanhamento periódico para garantir o destino e a utilização correta dos recursos doados, bem como reavaliar a necessidade das ILPIs beneficiadas.

Graças ao Programa Multiplicar já conseguimos ajudar mais de 250 idosos, melhorando também a situações das instituições idôneas que os amparam. Atualmente buscamos mais recursos para expandir o Programa, tanto ampliando o auxílio à atual beneficiária, Casa Madre Teodora dos Idosos, quanto selecionando novas ILPIs para receber o auxílio.

A Casa Madre Teodora dos Idosos

Voluntariado na Casa Madre Teodora dos Idosos
Voluntários na Casa Madre Teodora dos Idosos

Fundada em 1990 pela Irmã Natalina e um grupo de voluntárias muito engajadas, a Casa Madre Teodora dos Idosos começou com muita simplicidade, mas também com muita fé, dedicação e amor pela causa, e conseguiu crescer ao longo dos anos graças ao apoio da comunidade e à perseverança de seus líderes.

Hoje possui uma estrutura residencial unissex, que acolhe a todos, sem qualquer tipo de preconceito, seguindo as normas estabelecidas pelo Município de São Paulo para o funcionamento de ILPIs públicas. Seus funcionários trabalham arduamente, com cuidadores presentes 24 horas por dia no ambiente, e oferecem carinho, atenção e todos os tipos de cuidados necessários aos idosos.

A Casa vive de caridade, da ajuda dos outros que simpatizam e se solidarizam com um trabalho tão bonito. Há aqueles que estão presentes desde o começo e ainda hoje participam, como a Dona Vitalina, de 93 anos, que voluntariamente ajuda na cozinha duas vezes por semana.

Com o tempo mais voluntários foram aparecendo, benfeitores de bom coração e generosos, que reservam um pouco do seu tempo e dinheiro para doar àqueles que mais precisam. Porém, infelizmente, assim como aparecem, também desaparecem. Por isso a ajuda que nós, da Fundação Britânica, lhes proporcionamos tem grande importância, e tentamos ao máximo dar visibilidade à causa para que mais pessoas enxerguem essa necessidade e se decidam a ajudar uma causa tão nobre.

Voluntariado no Programa Multiplicar

O voluntariado é muito importante para todas as organizações do terceiro setor. Por meio de pessoas que se dispõem a dedicar parte do seu tempo para as causas com as quais mais se identificam, podemos ampliar o impacto do nosso trabalho sem que os custos também aumentem.

Uma outra forma de voluntariado é o corporativo, em que empresas engajam seus colaboradores visando impacto positivo na sociedade. Além da ajuda às instituições beneficiadas por essa ação, o voluntariado corporativo também proporciona integração da equipe de colaboradores e união da empresa em torno de um novo objetivo. Dessa forma, todos se beneficiam.

Parceria com o St. Paul’s

O St. Paul’s School é uma instituição tradicional de São Paulo, sendo a primeira escola sul-americana a ser reconhecida pelo governo no Reino Unido como Escola Britânica no exterior. A escola, que existe há 91 anos, tem como missão “promover a excelência oferecendo uma educação holística brasileira e britânica de alta qualidade para o desenvolvimento acadêmico e pessoal de alunos, dentro de uma comunidade solidária que compartilha um conjunto comum de valores fundamentais”.

Tendo um currículo anglo-brasileiro bicultural e bilíngue, eles abraçam ambas culturas e idiomas. Com seus valores e tradições, buscam por inovações tentando sempre melhorar as experiências de seus alunos.

Fundado pela Comunidade Britânica no Brasil, da mesma forma que nós da Fundação Britânica de Beneficência, o St. Paul’s é hoje um dos nossos principais apoiadores. E uma das maneiras pela qual se dá esse apoio é a nossa inclusão como beneficiária do projeto de Enriquecimento oferecido a todas as turmas. Nesse projeto, os alunos podem escolher entre uma série de atividades como esportes, artes e serviço social para complementar sua formação. E uma parte desses alunos escolheu o voluntariado com a FBB para se dedicar à causa do idoso durante todo o ano letivo.

As atividades que elas desenvolvem conosco abarcam a arrecadação de doações na escola, a gravação de entrevistas com alguns dos nossos idosos e elaboração de vídeos e textos sobre a Fundação e a causa do idosos e, também, a visita às ILPIs beneficiadas pelo Programa Multiplicar.

A visita do St. Paul’s ao Madre Teodora

Pensando sobre como conectar pessoas e promover uma integração intergeracional, unimos a escola St. Paul’s com a Casa Madre Teodora dos Idosos através de um programa de voluntariado, em que cerca de 15 alunas do Ensino Fundamental fizeram uma visita matinal para interagir com os idosos pela segunda vez nesse ano letivo.

Era uma quarta-feira ensolarada e, do lado de fora da casa, em um quintal verde com uma longa mesa, via-se a alegria nos olhos dos idosos e a boa energia contagiante das alunas.

Em um primeiro momento houve a interação deles em um jogo de bingo. Elas, além de organizar o jogo e sortear os números em alto e bom som, ainda os auxiliaram com as cartelas, conversando e rindo, e alternaram-se entre eles com o intuito de poder conhecer um pouquinho de cada um.

Atividade de bingo como parte do voluntariado no Madre Teodora
Bingo no Lar Madre Teodora

Após a brincadeira, algumas alunas subiram ao segundo andar da casa, nas salas de estar e de televisão, onde conversaram e pintaram as unhas de algumas das idosas do lar. Mais ao final da manhã, houve ainda um momento singular, em que uma das alunas, sentada em uma roda próxima ao jardim, tocou violão e cantou para os que ali se encontravam.

Pintura de unhas como parte do voluntariado no Madre Teodora
Pintura de unhas no Madre Teodora

A benevolência e o amor ao próximo

A Fundação Britânica de Beneficência busca incansavelmente a melhoria da vida dos idosos. Através de alguns projetos e programas tentamos alcançar, com a ajuda de todos, uma quantidade cada vez maior de corações, sejam eles assistidos ou apoiadores para nossa causa.

Com o trabalho de voluntariado das alunas do St. Paul’s, conseguimos proporcionar às meninas algumas encantadoras horas de generosidade e benevolência. Fazendo-as experimentar um outro mundo diferente de suas realidades cotidianas, enriquecendo suas perspectivas e valores, de acordo com a missão proposta pela própria escola.

Por outro lado, permitimos aos idosos que tivessem um momento de afeto e atenção, o qual faz muita diferença em suas vidas. Assim como uma inusual vivência nas suas rotinas, interagindo e trocando visões com gerações distintas.

São programas como esse, tão essenciais, que fazem grande diferença na vida das pessoas. Onde a relevância do trabalho voluntário é compreendida e a virtude do amor ao próximo é o princípio motivador. O Programa Multiplicar atinge, assim, seu objetivo, levando vários benefícios aos outros.

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Roda de música como parte do voluntariado no Lar Teodora
Roda de música no Lar Teodora

* Texto escrito pela nossa voluntária Tuany, que acompanhou a ação para fotografá-la e, ainda, aproveitou para também interagir com os idosos.

Auditoria e nosso compromisso com a Responsabilidade Financeira

 

Desde 1947 atuando no Estado de São Paulo, preocupamo-nos em promover a dignidade e o bem-estar de idosos, através de programas cuidadosamente desenvolvidos pela nossa equipe. Porém, muito mais auxílio é necessário, financeiro e profissional, para que alcancemos, com esforço e determinação, a nossa missão.

Com tamanha responsabilidade em mãos, é de extrema importância que prezemos pelos nossos valores, e mantenhamos nossa palavra de criar relações de confiança com a sociedade, baseadas em honestidade e transparência.

E uma das melhores formas de demonstrar a seriedade de nosso trabalho, realizado de forma honesta e transparente, é por meio de um processo de auditoria das nossas contas.

O Processo de Auditoria

Nós, da Fundação Britânica, somos conscientes de que temos grande responsabilidade legal e financeira perante a sociedade e, por isso, submetemos nossas contas a um processo de auditoria externa anualmente.

Ser auditado consiste na análise da legalidade e regularidade de todas as nossas operações e processos. Significa que a situação financeira, bem como os aspectos contábeis e legais da organização, foram verificados e estão em conformidade com a legislação em vigor.

O processo é feito por profissionais capacitados, atentos e imparciais, que possuem competência legal em contabilidade e conhecimentos em outras áreas relacionadas, tendo como objetivo encontrar os elementos necessários para compor a fundamentação de sua análise.

A BDO

O processo na FBB é realizado pela empresa BDO, que é uma das maiores redes de contabilidade do mundo, atuando em mais de 130 países. A BDO integra um seleto grupo, o das Big 5, que se refere às cinco maiores empresas de contabilidade especializadas em auditoria e consultoria no mundo. Também fazem parte deste grupo as empresas EY, PwC, Deloitte e KPMG.

A BDO no Brasil conta com 1.500 profissionais, especializados no atendimento a empresas de pequeno, médio e grande porte, nos mais variados segmentos. Tem como missão “auxiliar as empresas na busca e implementação das melhores soluções para uma gestão de sucesso, atuando com responsabilidade e credibilidade”.

Além de ser parte do Big 5 e ter sido eleita a empresa mais admirada de Auditoria, Consultoria e Contabilidade, é também líder no Middle Market, que é o segmento composto por empresas de pequeno e médio porte, onde consolidou-se no mercado nacional. Inclusive, ganhou alguns prêmios, dentre os quais estão: Melhor Empresa de Auditoria de Tiragem e Circularização, Empresa mais Admirada de Auditoria, Consultoria e Contabilidade de 2012, International Tax Advisor of the Year 2012 (Conselheiro Fiscal Internacional do Ano em 2012), Best Collaboration Across International Frontiers (Melhor Colaboração Através de Fronteiras Internacionais).

As Vantagens de ser Auditado

O procedimento requer a implantação e o uso de controles eficazes e monitorados por parte da FBB, e traz consigo muitas vantagens, principalmente no quesito de fiscalização e transparência. Entre seus benefícios estão: garante o cumprimento de exigências relacionadas a controle e anticorrupção; verifica o cumprimento das políticas internas da organização e das normas e leis do país; dificulta desvios de ativos e pagamentos indevidos a terceiros; contribui para obtenção de informações sobre a real situação da entidade.

Assim, podemos afirmar que nosso comprometimento com a auditoria comprova nossa transparência e honestidade, e demonstra que somos eficazes e fidedignos com os nossos objetivos e metas. Assim, garantimos grande atenção e rigor contra erros e fraudes em nosso caminho, expressando com sinceridade e justiça as informações que são de tanta importância para nós e para a sociedade.

Somos uma das ONGs selecionadas no edital 99 Transforma

 

Além da Salva de Prata, o mês de fevereiro reservou mais uma grande notícia para a Fundação Britânica de Beneficência: fomos uma das 5 ONGs selecionadas em um novo projeto da 99, o 99 Transforma!

Esses reconhecimentos mostram que estamos no caminho certo e que nossa atuação tem feito a diferença na vida de muitos idosos.

Campanha 99 Transforma

Iniciativa da 99 em parceria com a ONG Atados, o programa leva mobilidade a quem realmente precisa. Funcionários da 99 dirigem pelo aplicativo e toda a renda é revertida em créditos no app 99 para que ONGs possam usar o serviço de transporte em seus projetos.

Esta é a primeira campanha que servirá como piloto para que a 99 possa ampliar seu impacto positivo na sociedade. Cerca de 100 ONGs de todo o Brasil se inscreveram e ficamos muito felizes em sermos uma das 5 ganhadoras. É um grande reconhecimento a nossa atuação e aos nossos projetos.

Além da FBB, também foram premiados o Instituto Ayrton Senna, a Fundação Dorina Nowill, a AHPAS e a Obra Social Dona Meca. Nos sentimos honrados por estarmos com organizações desse porte, que também realizam trabalhos de excelência em suas áreas.

O projeto selecionado

Inscrevemos o nosso Programa Cuidar no edital do programa. Nele, acompanhamos idosos em seus compromissos médicos. Como muitos têm a saúde debilitada e restrições de mobilidade, o transporte público não é uma opção. Por isso, nossa atuação depende de serviços de transporte, como o oferecido pelo aplicativo 99, para proporcionar conforto e comodidade aos nossos assistidos.

Com o auxílio do 99 Transforma pretendemos ampliar o Programa Cuidar, que estava em fase de testes durante o ano de 2017. Em breve publicaremos notícias sobre essa ampliação aqui no blog. Estamos confiantes de que, graças a esse apoio, poderemos aumentar nosso impacto positivo e obter grandes resultados.

E você, leitor, quer nos apoiar também? Visite nossa página “Como ajudar” e veja como!